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Obesidade em cães e gatos: riscos e precauções

Quem não gosta de um petisquinho, comer uma besteirinha no meio do dia? Pois é, nossos bichinhos também adoram e isso é uma das maiores causa da obesidade em cães e gatos, além é claro, da falta de atividades físicas.  

A obesidade traz com ela diversos perigos para os nossos pets, então, se você tem dúvidas se seu amigo está com sobrepeso, veja só nossas dicas para identificar e prevenir essa condição.

O que causa a obesidade em cães e gatos?

As causas mais comuns de cachorro obeso são a alimentação inadequada e pouco exercício físico, ou até mesmo as duas coisas associadas! 

Comidas industrializadas, que nem sempre suprem as necessidades nutricionais dos pets, aquela preguicinha de sair para passear, alimentação sem um horário certo, petiscos a todo momento, tudo isso pode prejudicar a saúde do seu amigo e fazê-lo aumentar, bastante, de peso.

Listamos a seguir as maiores causas da obesidade em cães e gatos:

Sedentarismo – Assim como nos humanos, o sedentarismo está entre os principais agravantes de doenças nos animais. E aqui, vale lembrar que cada espécie necessita de um nível de atividade diferente, mas, no mínimo, uma caminhada de 30 minutinhos diariamente é essencial a todos! 

Alimentação inadequada – É muito importante oferecer ao pet a ração adequada a sua raça e idade, para que a absorção dos nutrientes seja feita da melhor maneira para o estágio de vida dele. Além disso, os petiscos também têm a sua parcela de culpa. 

Castração –  Com a castração o metabolismo e alguns hábitos dos animais começam a mudar, sendo assim, ele pode ficar um pouco mais preguiçoso e passar a gastar menos calorias por dia. 

Problemas hormonais – Outro fator importante e que necessita de acompanhamento veterinário, são doenças hormonais, como hipotiroidismo, que é o funcionamento inadequado da glândula tireoide, responsável pela regulação de diversas funções do corpo, inclusive o metabolismo. 

Quais doenças causadas pela obesidade em cães e gatos?

O excesso de gordura não é o único dos incômodos para os pets. Assim como nos humanos, a obesidade pode pode desenvolver várias outras doenças que colocam em risco o bem estar e a saúde dos animais.

Além do desconforto para fazer atividades diárias e se locomover, a obesidade também pode causar:  

Diabetes – Devido ao efeito inflamatório da obesidade, ocorrem alterações moleculares importantes que prejudicam o metabolismo da glicose  causam resistência à insulina.

Doenças cardíacas – O aumento de peso, pode resultar em distúrbios no ritmo cardíaco e no aumento do volume do ventrículo esquerdo do animal, pelo fato de ter que despender maior esforço físico.

Doenças respiratórias – Além do processo inflamatório, a gordura pode se instalar em regiões que dificultam a respiração. O tecido adiposo pode acabar comprimindo a traquéia, o diafragma e se acumular entre os lobos pulmonares.

Doenças ortopédicas e nas articulações – A obesidade provoca uma sobrecarga nas articulações, principalmente joelhos, cotovelos e ombros, predispondo o surgimento de artrite e displasia coxofemoral.

Doenças gastrointestinais – A ingestão excessiva pode induzir a gastrite e também aumentar a tendência a sofrer enterites, constipação e flatulência.

Neoplasia – A neoplasia é um tumor que ocorre pelo crescimento anormal do número de células e está intimamente ligada com a obesidade em cães e gatos. 

Doença periodontal – Marcada pelo mau hálito e aparecimento de placa, é mais frequente em animais sem controle da dieta.

Como identificar que o pet está obeso?

Os tutores nem sempre conseguem perceber que seus peludinhos estão acima do peso, por isso é recomendado que exames periódicos sejam feitos. Mas aqui vamos deixar mais algumas dicas para que você possa identificar o sobrepeso. 

Para cães e gatos o exame mais utilizado para avaliação do peso, em consultas de rotina, é o ECC (Escore de Condição Corporal). Neste exame são avaliadas as características corporais do pet, através da observação e palpação da gordura, sendo colocado o resultado em uma escala de classificação de 1 ao 9, sendo:

1 a 3 – animais abaixo do peso: é possível observar as vértebras, costelas e ossos dos quadris bem evidentes.

4 a 6 – animais no peso adequado: aqui as costelas estão pouco ou nada visíveis, mas podem ser sentidas facilmente na palpação.

7 a 9 – animais acima do peso: com as costelas pouco visíveis, e na palpação apresenta dificuldades em senti-las devido ao excesso de peso.

Vale lembrar que cada raça tem formas e estruturas corporais diferentes. Os Buldogues franceses e pugs, por exemplo, têm naturalmente o corpo mais redondinho que os malteses e lhasa apsos, o que é um sinal de saúde e não de obesidade. E essa é uma das razões pelas quais a consulta com o veterinário é tão importante.

Como ajudar o pet a emagrecer?

Nunca é tarde demais para melhorar a vida do seu peludo, não é mesmo?

Para ajudar seu pet a emagrecer e ter uma vida mais confortável e saudável, o primeiro passo é sempre consultar um veterinário. Apenas um médico especializado poderá identificar a real causa da obesidade, hormonal ou não, e indicar o melhor tratamento. 

Um plano de alimentação e exercício é essencial para o sucesso do emagrecimento. É possível que a ração tenha que ser trocada, as porções ajustadas e os petiscos saiam da dieta. Hoje, já existem muitas rações específicas para animaizinhos em dietas. Sempre lembrando que cada raça possui necessidades específicas. 

O tratamento das doenças causadas em decorrência da obesidade também devem acontecer ao mesmo tempo que o emagrecimento.

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